terça-feira, 26 de abril de 2011

Monografia

INTRODUÇÃO


O objetivo principal deste presente trabalho é elaborar um website baseado em um tema e subtema sugeridos pela Universidade e focalizar em um problema. O tema escolhido foi Ciências da Saúde e o subtema Nutrição, com ênfase no problema da obesidade infantil, pois trata-se de um problema atual e muito discutido por profissionais da área.
No primeiro capítulo abordaremos as questões sobre Ciências da Saúde, Nutrição e Obesidade Infantil, formulando seus problemas e hipóteses, identificando o objetivo desta pesquisa e a metodologia utilizada.
A nutrição é o controle da relação que o homem tem com os alimentos para preservar sua saúde. O nutricionista tem o trabalho de encontrar um equilíbrio naquilo que seu paciente precisa comer. Ele define os cardápios das refeições e sugere pratos e dietas para aqueles que precisam de acompanhamento alimentar específico.
No segundo capítulo citaremos alguns autores, como Carolina de Alvarenga Sales, Patrícia Zamberlan, Ana Paula Alves da Silva e a Organização Mundial da Saúde, que discutem sobre o tema principal do trabalho, a obesidade infantil, seus motivos, modos de prevenção e seus tipos de tratamento, comparando a teoria com a prática.
Atualmente, a obesidade é considerada epidêmica e um caso de saúde pública. A obesidade infantil não é mais um problema estético, e sim uma doença que pode causar sérios problemas de saúde, como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, entre outros; além de causar depressão e baixa autoestima. A obesidade infantil é consequência de diversos fatores, sendo os principais a alimentação errada e em demasia, junto com a falta de exercícios. Um dos modos de prevenir a obesidade é a nutrição adequada da criança.
E por fim, no terceiro capítulo falaremos sobre a construção do site, como a utilização da tipografia, layout e paleta de cores, além da descrição do público-alvo.


Capítulo 1.0 CERCANDO O TEMA


1.1 TEMA


Nutrição – Obesidade infantil.


1.2 FORMULAÇÃO DO PROBLEMA


Considerando o campo da saúde, quais são as precauções e os tratamentos para a obesidade infantil?


1.3 FORMULAÇÃO DAS HIPÓTESES


·         A alimentação saudável é importante desde o início da vida;
·         A obesidade pode causar doenças graves;
·         Há influência de fatores ambientais e biológicos no desenvolvimento da obesidade.


1.4 DETERMINAÇÕES DOS OBJETIVOS


Geral:
·         Um estudo sobre as Ciências da Saúde, no campo da Nutrição.
A Organização Mundial de Saúde (2006), define saúde como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social”. Porém, para ter boa saúde a pessoa precisa de uma nutrição adequada, além de viver em condições igualmente adequadas de habitação e de higiene. O estado de saúde é dinâmico, pois a todo o momento nosso organismo se reajusta a uma vasta gama de situações internas e externas. Ainda de acordo com a OMS (2006), a Ciência da Saúde é uma área de estudos relacionada com vida, com a saúde e com a doença. Alguns princípios metodológicos e atuações são utilizados por essa ciência, na fase diagnostica, de atuação e de acompanhamento: sondagem, exames laboratoriais e testes, indicação de medicamentos, massagens, atividades físicas, avaliações clínicas e retornos periódicos são exemplos. A nutrição está inclusa nos estudos das Ciências da Saúde.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (2009), a nutrição pode ser definida como a ingestão de alimentos ou ciência que estuda a composição dos alimentos, levando em consideração as necessidades nutricionais do indivíduo. A boa nutrição com dieta adequada e balanceada, combinada com atividade física regular são fundamentais para uma boa saúde. A má nutrição pode levar à redução da imunidade, aumento da suscetibilidade a doenças, sendo prejudicial ao desenvolvimento físico e mental, reduzindo a produtividade.


Específicos:
·           Um estudo sobre As Ciências da Saúde, no campo da Nutrição, com um corte temático para obesidade infantil.
·           Elaborar um site que informe sobre as precauções e o tratamento da obesidade infantil.

Pretendemos alcançar tais objetivos através de textos informativos tanto para os pais, quanto para as crianças. Além dos textos, contaremos com os jogos infantis, vídeos de campanhas sobre a prevenção da obesidade infantil e quadrinhos que terão como objetivo informar e incentivar a criança a ter uma vida saudável de maneira divertida, atraindo sua atenção. E, para completar, aos pais e familiares haverá um espaço dedicado às dúvidas frequentes que já estarão respondidas e uma parte específica para se falar diretamente com a nutricionista.
            A Organização Mundial de Saúde (2009), relata que a obesidade infantil vem aumentando no mundo inteiro, inclusive no Brasil. É  uma doença complexa, multifatorial, caracterizada por excesso do tecido adiposo, determinado pela interação dos fatores genéticos, físicos, culturais e comportamentais. A obesidade na infância é um desafio, pois está diretamente associado à mudança de hábitos familiares, principalmente dos pais, juntamente com a possível falta de entendimento da criança e do adolescente quanto ao real valor do problema. A obesidade deixou de ser um problema estético e passou a ser a causa de muitos problemas de saúde como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, além dos constrangimentos que as crianças podem sofrer nas escolas e em locais públicos.


1.5 JUSTIFICATIVA


      A partir da área de Ciências da Saúde, que estuda assuntos relacionados à vida, à saúde e às doenças e inclui assuntos como nutrição, daremos foco na obesidade infantil, por ser um problema atual, cada vez mais comum. A prevenção da obesidade infantil é de extrema importância, pois é fundamental que se criem hábitos alimentares saudáveis nos primeiros anos de vida da criança e que se mantenha uma alimentação saudável e balanceada com a presença da atividade física.
      A obesidade infantil aumentou cinco vezes nos últimos 20 anos e já atinge 10% das crianças brasileiras. Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 43 milhões de crianças abaixo de 5 anos estão obesas.
Porém, não é só a prevenção que é importante neste assunto, o tratamento também é de igual importância, combinando dieta e atividade física, pois ambos se completam para que a criança possa modificar seus hábitos alimentares e físicos e crescer saudavelmente.
O nosso produto será um website destinado aos pais e às crianças, onde poderemos passar informações, precauções e tratamentos contra a obesidade infantil.


1.6 METODOLOGIA


Segundo Severino (2007), trabalho científico é, num sentido geral, o "conjunto de processos de estudo, de pesquisa e de reflexão que caracterizam a vida intelectual do universitário". De modo restrito e mais técnico, "trabalho científico" é a própria "monografia científica, texto que relata dissertativamente os resultados de uma pesquisa numa determinada área".
Ainda de acordo com Severino, a metodologia de trabalho

Deve anunciar as modalidades das diferentes atividades que serão desenvolvidas pela docência do professor e daquelas que serão solicitadas dos alunos como formas de desempenho acadêmico. Deve então anunciar não apenas as formas de atuação do professor, mas também as tarefas que estarão sendo atribuídas aos discentes. (SEVERINO, 2007).

A pesquisa se dará pela coleta de dados por todos os integrantes do grupo. A partir desse momento, ocorrerão diversas reuniões, nas quais será fichado todo o material encontrado e discutido, tanto o que ainda é escasso, quanto o que já está pronto para o desenvolvimento dos textos.
A pesquisa será voltada para a obesidade infantil, suas causas e consequências, as precauções e os tratamentos possíveis. Os instrumentos utilizados para a coleta desses dados serão livros, sites, teses e slides. E posteriormente, todas as informações coletadas serão juntadas para a elaboração de um site, com a pretensão de passar as informações adiante.
A elaboração do website foi bastante trabalhosa, pois desde o início encontramos diversos obstáculos, já que não tínhamos conhecimentos nas ferramentas disponíveis. O software utilizado foi o Wix, que é um site que oferece o serviço gratuito de criação online de websites baseados em Flash. Ao final, nos familiarizamos com o software e a produção ficou mais fácil.



Capítulo 2.0 REFERENCIAL TEÓRICO


O referencial teórico da nossa pesquisa possui três eixos com os quais serão trabalhados:
·         Ciências da Saúde – Estudos relacionados à saúde, no qual a nutrição está inclusa.
·         Nutrição – A ciência que estuda a composição dos alimentos e as necessidades nutricionais das pessoas. É um conjunto de processos que envolve a ingestão, digestão, absorção, metabolismo e excreção de nutrientes.
·         Obesidade Infantil – Patologia que afeta cada vez mais crianças e adolescentes e que pode desencadear vários outros problemas.

A nutrição está inserida na área de Ciências da Saúde, que está relacionada à vida, à doença e à saúde. Além da nutrição, outras áreas estão inclusas, como a medicina, a biologia, a medicina veterinária, a farmácia, a biomedicina, entre outras.
A nutrição estuda os alimentos e as necessidades nutricionais do paciente, em diferentes estados de saúde e de doença. Trata-se de um conjunto de processos, desde a ingestão até a excreção dos nutrientes e tem a finalidade de produzir energia e manter as funções do organismo. O nutricionista, profissional de nutrição, visa a segurança nutricional, a atenção dietética e contribui para a melhoria da qualidade de vida do paciente. É o nutricionista que acompanha e tenta combater doenças como a obesidade.
De acordo com Zamberlan e Silva (2006), “o alimento atende a um dos instintos básicos do ser humano – a sobrevivência – contribuindo, quando adequado, para o seu crescimento e desenvolvimento harmônico e saudável”. Dessa forma, o indivíduo tem que encontrar um equilíbrio psicofisiológico para preservar sua saúde, não deixando fatores de outras naturezas interferirem em sua nutrição, para assim, não acarretar em doenças.
A presente pesquisa tem como tema central a obesidade – no caso específico a obesidade infantil –, que é o acúmulo excessivo de gordura corporal. Esse problema pode ser resultado de diversas interações entre o organismo e a genética do indivíduo, dependendo também de fatores como o ambiente socioeconômico, cultural e educativo. Mas, na maioria das vezes, está relacionado ao aumento da ingestão alimentar e a ausência de atividades físicas.
Segundo Sales (2006), “o sobrepeso e a obesidade estão associados à renda familiar: quanto maior a renda per capita, maior a frequência do problema”. Who (2003 apud Sales, 2006) também afirma que “o aumento do poder aquisitivo e a concentração populacional nos centros urbanos, favoreceram o aumento do consumo de alimentos pobre em nutrientes e com alto teor de gordura saturada e açúcar”.
A obesidade é definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma doença crônica multifatorial, caracterizada pelo excesso de gordura nos tecidos adiposos, sendo um fator de risco para doenças graves na infância, como diabetes, hipertensão e cardiopatias (OMS, 2009).
A doença pode começar a se expressar logo nos primeiros anos de vida, pois a infância e a adolescência são os períodos mais críticos em que a obesidade pode se favorecer. Geralmente, crianças que têm pais obesos, têm grandes chances de também se tornarem obesas, porém a hereditariedade só se manifesta se o ambiente permitir. Isso significa que a genética só se torna um fator de risco se o ambiente for favorável, ou seja, hábitos como fast-food e, modificação da composição dos alimentos com ingestão de alimentos ricos em gordura, açúcares e refrigerantes.

Sabe-se que os anúncios na televisão estimulam as crianças a consumir alimentos com elevado grau de processamento, alto teor calórico, grande quantidade de gordura, açúcar e sal, e muito pouco ou mesmo nenhum micronutriente importante (Tojo, Leis, Recarey, & Pavon, 1995). (ALMEIDA e QUAIOTI, p. 199, 2006).

A obesidade infantil é uma doença crônica – doença que evolui lentamente – de longa duração e que não há cura total, mas pode-se controlar.
Os fatores que aumentam o risco de obesidade são fatores genéticos e ambientais, inatividade física, quantidade de gordura corporal e oxidação de gordura. Segundo a Organização Mundial da Saúde (2010), a obesidade a nível mundial é a doença mais prevalente e é considerada crônica. Uma criança, com idade superior a 2 anos, é considerada obesa quando o seu IMC (Índice de Massa Corporal – relação entre o peso e altura ao quadrado) é igual ou superior ao Percentil 95 (P95). No Brasil, uma criança tem excesso de peso quando está acima do Percentil 85 (P85) da curva de índice de massa corporal ideal (IMC) para a sua faixa etária; e para ser considerado obeso, é preciso ultrapassar o percentil 95 (P95); Percentil abaixo de 5 indica desnutrição.
Almeida e Quaioti expressam essa preocupação em sua tese:

Os desequilíbrios nutricionais estão cada vez mais preocupantes e a obesidade infantil aumentando 50% na última década com cerca de ¼ das crianças com sobrepeso ou obesidade. Estima-se que 50% das crianças obesas aos sete anos serão adultos obesos, ao passo que 80% dos adolescentes obesos se tornarão adultos obesos (Monteiro, Victora, Barros, & Tomasi, 2000; Must, 1996). (ALMEIDA e QUAIOTI, p. 201, 2006).

Silva e Zamberlan (2006) apontam que as necessidades quantitativas de nutrientes de crianças entre 1 e 10 anos são menores se comparadas às de recém-nascidos e adolescentes, pois a velocidade de seu crescimento é menor. Por isso, é comum que nesta faixa etária, o apetite seja menor. No entanto, os problemas aparecem quando o comportamento alimentar da família e as práticas adotadas na alimentação da criança – coisas que contribuem para a formação de preferências e padrão na alimentação, além de estabelecer hábitos alimentares para toda a vida – são irregulares, ou seja, não muito saudáveis. É de extrema importância que se estabeleça logo nesses primeiros anos de vida um comportamento saudável, para promover o crescimento e o desenvolvimento adequados, e também, prevenir doenças, como a obesidade.
A obesidade infantil tornou-se um problema de saúde sério. A união entre fast-food, guloseimas e salgadinhos com a televisão e os videogames gera cada vez mais crianças acima do peso. Almeida e Quaioti citam essa relação em sua tese:

Neste sentido, Gupta, Saini, Acharya e Miglani (1994), estudando os efeitos do comportamento de assistir televisão sobre os hábitos alimentares e atividades físicas das crianças verificaram redução na atividade física, aumento no peso corporal e um maior consumo de alimentos com sabor adocicado. (ALMEIDA e QUAIOTI, p. 200, 2006).

Mas não é sempre que esse é o maior problema. Eventualmente, problemas psicológicos também estão ligados ao aumento de peso, como problemas relacionados a ansiedade, tristeza e problemas em casa ou na escola, que faz com que a criança coma para amenizar a intensidade desses problemas.
Os pais devem estar atentos a alimentação dos filhos, mas, quando eles estão na escola, não tem como ter um acompanhamento de perto. Muitas escolas já estão lutando contra esse problema. Além de incentivar as atividades físicas, a escola deve ter maior controle das cantinas e do que estas estão vendendo aos alunos. Algumas cantinas já se tornaram mais saudáveis, mas outra opção é incentivar as crianças a prepararem seus próprios lanches saudáveis em casa. Silva e Zamberlan (2006) defendem essa teoria,


[...] o acesso a alimentos prontos para o consumo em cantinas escolares muitas vezes leva à realização de refeições gordurosas e ao consumo de refrigerantes.
 Este quadro, quando rotineiro, pode levar ao desenvolvimento de distúrbios alimentares, como obesidade, anemia, diabetes e hipertensão arterial. (SILVA e ZAMBERLAN, p. 16, 2006).

Os lanches devem ser variados para a criança sentir prazer e desejar comer, evitando produtos que necessitem de refrigeração, sempre optando por frutas e dispensando refrigerantes, biscoitos recheados e salgadinhos.
O tratamento da obesidade infantil deve ser feito próximo aos familiares, principalmente dos pais, que devem ser exemplos de afeto e apoio. Eles aceitando a criança com o peso em que se encontra, ela se sentirá bem e segura.
Limitar o que a criança come pode ser prejudicial para a saúde, interferindo no crescimento e desenvolvimento da criança. O ideal é que elas sigam uma disciplina de horários, com 5 a 6 refeições por dia, evitando consumir doces e refrigerantes nos intervalos.
Os familiares devem ter um cuidado nutricional baseado na pirâmide alimentar, diminuindo as gorduras e ingerindo produtos lácteos magros como carnes magras e aves sem pele. Contudo, vale ressaltar que todas essas alterações e mudanças de hábitos devem ser acompanhadas por um profissional da área da saúde. É muito interessante envolver as crianças nas compras e preparação dos alimentos para tornar a relação e a refeição mais agradáveis e saudáveis, com conversas e partilha, dando às crianças uma sensação de cumplicidade.
As consequências que a obesidade apresenta são tanto problemas psicológicos e sociais, quanto o desencadeamento de outras doenças. Muitas vezes, crianças acima do peso são vítimas de piadas e rejeição por parte de outras crianças, prática conhecida como bullying – ato de violência física ou psicológica intencional, com o objetivo de intimidar ou agredir indivíduos incapazes de defesa própria –, diminuindo a autoestima da criança, que posteriormente pode gerar problemas como bulimia, anorexia, depressão e até o consumo de drogas. São muitas as disfunções associadas à obesidade, como por exemplo: hipertensão, AVC, câncer, doenças cardiovasculares, desordens alimentares, entre muitas outras.
O tratamento da obesidade pode variar, tendo uma combinação de dietas, exercícios físicos, mudança de comportamento e remédios para emagrecimento. Em alguns casos, pode-se recorrer à redução de estômago.
Foi recomendada pela OMS uma série de medidas para combater a obesidade infantil e assegurar a saúde em todo o mundo. Uma das orientações é a medição de IMC para as crianças, desde o seu nascimento até os 5 anos de idade, como forma de controle.
Gewandsznajder (2004), em seu livro Nutrição, analisa a obesidade e as dietas feitas sem orientação médica, além de dar dicas e cuidados que todos nós devemos ter com a alimentação.
Ainda segundo Gewandsznajder (2004), “se uma pessoa come mais do que precisa, o excesso é armazenado na forma de gordura. Ou seja, quando o número de calorias que entra no corpo de uma pessoa for maior do que o de calorias que sai, ela engorda.” Para isso, é necessário cortar ou reduzir drasticamente os alimentos ricos em gordura ou açúcar, como frituras, manteiga, bolos, doces e refrigerantes.
Ainda de acordo com Gewandsznaider (2004), quanto mais obesa for uma pessoa, “maior o risco de ela sofrer ataques cardíacos ou de ter pressão alta. Maior o risco também de desenvolver diabete, cálculos biliares, arteriosclerose, problemas nos rins e na coluna. As estatísticas são claras: os obesos vivem menos.”
Portanto, é necessário começar o quanto antes a cuidar da alimentação, não se esquecendo de praticar atividade física orientada por especialistas. Vale ressaltar que parte da população mundial morre por não ter o que comer e, outra parte morre porque come demais; daí a importância de se ter uma alimentação balanceada, com dietas equilibradas que atendam às necessidades do nosso corpo, reduzindo o risco de muitas doenças.



Capítulo 3.0 WEBSITE


3.1 ANÁLISE DA FORMA E DO CONTEÚDO DE WEBSITES SIMILARES 


O site de Nutrição – Obesidade Infantil é referência na discussão sobre obesidade infantil. Além de trazer jogos infantis que educam crianças na hora de se alimentar, visa orientar e esclarecer dúvidas a respeito dessa doença.
Publicando notícias semanais e esclarecendo dúvidas relacionadas à obesidade infantil com uma nutricionista, o site disponibiliza pesquisas, artigos científicos, orientação online e jogos interativos para o público infantil. 
O design gráfico do site é bastante dinâmico com alguns elementos em flash para chamar ainda mais a atenção, com fundo amarelo. Os textos estão em marrom e preto. A tipografia é com serifa para dar destaque, com variações de tamanhos. Os vídeos irão trazer breves orientações e avisos importantes quando solicitados pelo visitante.


3.2 DESCRIÇÃO DO PROJETO EDITORIAL DO PRODUTO


3.2.1 Paleta de Cores

As cores escolhidas darão uma harmonia para o tema do site, mas mantendo o tom sério e profissional, como por exemplo:
·         Amarelo: para o background. Colocamos um amarelo no tom claro e leve, para não ser enjoativo aos olhos do leitor e para deixá-lo confortável enquanto visita o site.
·         Roxo: para os títulos. Colocamos roxo para os títulos, pois dá um contraste com o fundo amarelo.
·         Marrom/Preto: Para o corpo do texto. De acordo com o nosso tema de Ciências da Saúde, o marrom irá caracterizar a natureza, ajudando o roxo a manter a harmonia do site.

3.2.2       Tipografia

Decidimos utilizar uma tipografia moderna e com serifa, como por exemplo, a Apple Garamond. Como o site, de início, tem a intenção de trazer mais texto e menos imagens, a tipografia com serifa será de extrema eficiência para o público-leitor, uma vez que direciona melhor o olhar para a leitura.


3.2.3       Layout

Para haver uma identificação com a temática Obesidade Infantil, assunto tratado como grave, optamos por um layout simples, sem sofisticações, mas com ar sério e profissional; é também dinâmico, funcional e fácil de ser manuseado, já que o público-alvo não são apenas os adultos, mas as crianças também.


3.2.4 Projeto com foco infantil

Tem por objetivo principal, incentivar e fazer com que crianças de até onze anos de idade interajam com jogos, animações, quadrinhos e caça-palavras sobre nutrição e alimentação saudável. Além disso, a criança também será incentivada à leitura, despertando o interesse através da dinâmica. Será construída uma página especial, dedicada ao público infantil em que as crianças poderão navegar.
O site disponibilizará de uma seção destinada às crianças, contendo jogos como “para colorir”, “jogo dos sete erros”, “caça palavras” e vídeos educativos para conscientizar e orientá-las a seguir uma vida saudável.
O layout dessa seção será bastante colorido, com cores vivas e alegres para fazer com que isso estimule e chame a atenção das crianças, isso fará com que elas se interessem e com que queiram adquirir tais hábitos, sem passar a impressão de "obrigação".



3.3      SOFTWARE


            O software utilizado para a produção da peça foi o Wix, um site que oferece um serviço gratuito de criação online de websites baseados em Flash. Aprendemos a usá-lo com facilidade, porque é um site bastante completo.
Com este software, temos a opção de escolher o layout, adicionar animações, trocar fotos de lugares, criar botões. Foi uma ótima escolha para a elaboração da peça.


3.4 DEFINIÇÃO DO PÚBLICO-ALVO


Crianças até 11 anos, pais e adultos das classes A e B, moradores das grandes e pequenas metrópoles de todo o Brasil, que estejam interessados no tema obesidade infantil e suas respectivas causas e consequências. 

CONCLUSÃO

           
Como sugerido pela Universidade, abordamos neste trabalho o tema Ciências da Saúde e o subtema Nutrição, como bases de nossa pesquisa. Após um estudo geral nessas temáticas, optou-se por trabalhar o problema da Obesidade Infantil, suas causas e consequências, para tratarmos deste assunto no website. Com a pesquisa, foi possível uma identificação e conscientização de quão grave essa doença pode ser.
Nessa abordagem, pudemos concluir que a Obesidade Infantil pode se tornar um grave problema de saúde desde a idade pré-escolar e escolar, em que os pais perdem o controle total da vida dos filhos quando estão na escola, em que são oferecidas guloseimas e refrigerantes para nutrir as crianças. Ou seja, foi possível identificar que a escola e as opções alimentares que ela oferece são fundamentais nas escolhas das crianças, e consequentemente, na formação de suas preferências e hábitos que levarão para toda a vida.
Outra conclusão que tiramos do assunto foi que, para uma criança levar uma vida saudável, é necessário ter o apoio de todos que estão a sua volta para ela não perder a linha de raciocínio de se ter uma alimentação balanceada e, de que isso é benéfico para sua vida futura. Ou seja, pais, familiares, professores e a própria escola são responsáveis por esse estímulo, e se não seguem uma alimentação saudável em suas vidas, é muito provável que a criança também não vá seguir.
Com a pesquisa sobre o tema pronta, partimos para a elaboração e produção do site, que foi bastante trabalhosa e exigiu muito foco e pesquisa sobre o próprio software (Wix), por ser uma ferramenta da qual não tínhamos conhecimento e nem o mínimo de utilização.
No entanto, apesar de ter sido um trabalho árduo e com várias dificuldades, a produção foi muito gratificante. Isso porque, além de nos apresentar uma temática fora da área de comunicação social e mostrar que é possível trabalhar com áreas diferentes (coisa que faz parte da vida profissional de um editor), fez com que percebêssemos como será o nosso futuro profissional se seguirmos no campo de web design. Mostrou-nos, também, como é importante trabalhar em equipe e respeitar as diferentes opiniões e pensamentos para que o trabalho seja bem sucedido.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


ABC da Saúde. Disponível em: <http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?303> Acesso em: 03 abr 2011.

A Nutricionista. Disponível em: <http://www.anutricionista.com/categoria/obesidade>. Acesso em: 03 abr. 2011

Boa Saúde. Disponível em: <http://boasaude.uol.com.br/lib/showdoc.cfm?LibCatID=1&Search=obesidade&LibDocID=3961>. Acesso em: 10 mar. 2011.

Fiocruz. Disponível em: <http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/obesidade-infantil.htm>. Acesso em: 10 mar. 2011.

Fiocruz. Disponível em: <http://www.fiocruz.br/redeblh/media/guiaaliment.pdf>, 2008. Acesso em: 25 abr. 2011.

GEWANDSZNAJDER, Fernando. Nutrição – Infanto Juvenil. São Paulo: Editora Ática, 2004.

GONÇALVES, Drda: Daniela Caetano. Noções Gerais de Nutrição nas doenças - TERAPIA NUTRICIONAL. Universidade Federal de São Paulo. Acesso em: 17 mar. 2011

Guia do Estudante. Disponível em: <http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/saude/nutricao601867.shtml>. Acesso em: 10 mar. 2011.

Guia Infantil. Disponível em: <http://br.guiainfantil.com/obesidade-infantil/127-consequencias-da-obesidade-infantil.html>. Acesso em: 03 abr. 2011.

Obesidade Infantil. Disponível em: <http://www.obesidadeinfantil.org/>. Acesso em: 10 mar. 2011.

Organização Mundial da Saúde: Disponível em: <http://www.who.int/en/>. Acesso em: 30 mar. 2011.

Organização Mundial da Saúde: Disponível em: <http://www.obesidadeinfantil.org/artigos-obesidade-infantil/desnutricao-oms-organizacao-mundial-saude.php>. Acesso em: 25 abr. 2011.

QUAIOTI, Teresa Cristina B., ALMEIDA, Sebastião de S. Determinantes Psicobiológicos do Comportamento Alimentar: uma ênfase em Fatores Ambientais que contribuem para a Obesidade. 2006. Tese (Doutorado em Psicologia) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2006. Disponível em: <http://www.4shared.com/get/XVeeqgzC/11_DETERMINANTES_PSICOBIOLGICO.html;jsessionid=D54CB11B52D5F6B3D15739E2A8DE91E5.dc332>. Acesso em: 17 mar. 2011.

SALES, C. A. Influência dos padrões interacionais da família na obesidade do adolescente: um estudo qualitativo com o Modelo Familiar FIRO. Dissertação (Mestrado em Psicologia Clínica). São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2006.

Scielo. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rn/v12n1/v12n1a06.pdf>, 1999. Acesso em: 25 abr. 2011.

SERTIÉ, Prof. Ms. Rogério Antonio Laurato. Obesidade Infantil. Curso de especialização: EXERCÍCIO FISICO COMO TERAPÊUTICA NA CLÍNICA MÉDICA.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Ensino e pesquisa na docência universitária: caminhos para a integração. São Paulo: Pró-Reitoria de Graduação - Universidade de São Paulo, 2008.

SILVA, Ana Paula Alves da, ZAMBERLAN, Patricia. Manual de dietas hospitalares em pediatria – guia de conduta nutricional. São Paulo: Editora Atheneu, 2006.



APÊNDICE I – MAPA DO SITE







APÊNDICE II – CRONOGRAMA


O cronograma tem por finalidade nos manter organizadas e atualizadas na produção da nossa peça, até que ela seja concluída.

1ª SEMANA                                                              (21/04)
 • Finalização da monografia.
 • Pesquisa do conteúdo do site.
 • Desenvolvimento do HQ.
2ª SEMANA                                                  (28/04)
 • Finalização do conteúdo do site.
 • Entrega da monografia.
 • Desenvolvimento do HQ.
             3ª SEMANA                                          (05/05)
 • Produção das peças.
 • Desenvolvimento da empresa.
 • Finalização do HQ.
4ª SEMANA                                        (12/05)
 • Produção das peças;
 • Finalização da empresa.
 • Entrega do HQ.
        5ª SEMANA                                              (19/05)
 • Produção das peças.
6ª SEMANA                                              (26/05)
 • Entrega das peças e da empresa.
7ª SEMANA                                              (02/06)
 • Revisão e finalização das peças.
8ª SEMANA                                              (09/06)
 • Entrega das peças de defesa.
 • Desenvolvimento e finalização da apresentação.
9ª SEMANA                                              (16/06)
 • Apresentação e defesa do projeto para a banca avaliadora.






ANEXO I – Pirâmide Alimentar


Fonte: Portal Scielo, 1999.


ANEXO II – Pirâmide Alimentar Infantil, crianças de 06 a 23 meses




Fonte: Portal Fiocruz, 2008.




Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postar um comentário